Cranberry: o aliado natural da saúde íntima feminina
Proantocianidinas tipo A do cranberry impedem a aderência bacteriana na bexiga. Entenda evidência, dose e quando usar.
Cranberry: o aliado natural da saúde íntima feminina
A infecção urinária é uma das queixas mais comuns no consultório ginecológico — e o cranberry é, há décadas, o suplemento natural mais associado a ela. O mecanismo, porém, é diferente do que muitas pensam: ele não trata uma infecção instalada, ele previne novos episódios.
Como o cranberry age
A fruta é rica em proantocianidinas tipo A (PACs-A), compostos que se ligam às fímbrias da E. coli — responsável por cerca de 80% das infecções urinárias femininas — e impedem que a bactéria se fixe ao epitélio da bexiga. Sem aderência, ela é eliminada na urina antes de causar quadro clínico.
Evidência científica
Revisões da Cochrane e meta-análises recentes mostram redução significativa na recorrência de infecções urinárias em mulheres com histórico de quadros frequentes, especialmente quando a dose contém pelo menos 36 mg de PACs-A por dia.
Quem mais se beneficia
- Mulheres com infecções urinárias recorrentes (3+ episódios por ano);
- Mulheres na perimenopausa e menopausa (queda estrogênica favorece quadros);
- Mulheres que percebem aumento em viagens, ciclo menstrual ou pós-relação;
- Após uso recorrente de antibióticos profiláticos.
O que NÃO esperar
Cranberry não é antibiótico. Em quadro instalado — febre, dor, ardência intensa — é fundamental atendimento médico.
Dose útil
O rótulo deve declarar a quantidade de PACs-A (não apenas "extrato de cranberry"). Doses entre 36 mg e 72 mg de PACs/dia são as mais estudadas.
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